quinta-feira, 25 de março de 2010

O NJR/ECA/ USP DE LUTO POR OSWALDO FROTA-PESSOA

FALECEU ONTEM EM SÃO PAULO O BIÓLOGO, AMIGO PESSOAL DE CRODOWALDO PAVAN, OSWALDO FROTA-PESSOA...O MUNDO FICA DIFERENTE SEM VOCÊS...SAUDADES...

NA FOTO, FROTA-PESSOA NA PONTA,COM COORDENADORES DO NJR

segunda-feira, 22 de março de 2010

03/14- Mindwalk- O Ponto de Mutação [port-Br] - FRITJOF CAPRA



Assista outras partes deste filme neste link:
http://www.youtube.com/user/yashamill#g/c/8D818A99B7B26341

Symphony of Science - 'We Are All Connected' (ft. Sagan, Feynman, deGrasse Tyson & Bill Nye)


 (AVISO:TRADUÇÃO AUTOMÁTICA DO ORIGINAL INGLÊS)

Welcome to the Symphony of Science

O Symphony of Science é um projeto musical dirigida por John Boswell concebido para proporcionar o conhecimento científico e da filosofia em forma de musical. Aqui você pode assistir vídeos de música, baixar músicas, ler as letras e encontrar links relacionados com as mensagens transmitidas pela música.
O projeto deve a sua existência, em larga medida, à maravilhosa obra de Carl Sagan, Ann Druyan, e Steve Soter, de Sagan Druyan-Associates, e sua produção do clássico PBS Series CosmosAssim como todas as outras figuras características e recursos visuais.

Continuação da música e vídeos depende generoso apoio de fãs e seguidores. Você pode fazer uma doação Se você deseja contribuir para o apoio ao projeto. Obrigado a todos que tem doado-apreciar o que você encontrar!
NEWS (3/17/2010): Fãs do Symphony of Science pode desfrutar de um novo vídeo eu lançado sob o meu projeto paralelo Colorpulse: Alan Watts - The Real You. Este é um remix de orientação filosófica do filósofo proeminente Leste Alan Watts 1971 e sua especial "A Conversation With Myself". Apreciar!

Symphony of Science is now on Facebook! Clique aqui ou clique no logotipo do Facebook no canto superior direito da página para verificá-la.

2 novos remixes estão agora disponíveis no Downloads seção. 

FONTE : http://www.symphonyofscience.com./

Como nos preparar para emergências


A Ciência existe e tem finalidades sérias sendo uma delas prever possíveis desastres e evitar perda de vida. Este é o primeiro segmento de uma aula na universidade Harvard que pode ser assistido na língua inglesa e divulgado na língua portuguesa para melhorar o entendimento no assunto.

Como mergulhadora, fiz um curso que me habilita como
" Emergency First Responder", similar a um curso de bombeiros ou profissionais de saúde como operadores do SAMU, mencionado no vídeo.

Vale a pena conferir, se tiver maior interesse , específicamente sobre preparação populacional e ativamente como educar a sua comunidade , antes e depois de uma emergência. Os segmentos das aulas seguintes podem ser exibidos mediante autorização da universidade, aos quais tenho acesso.

A segunda parte deste segmento, da primeia aula é grátis e pode ser assistida simplesmente substituindo seg 1 por seg 2 no URL.


http://cm.dce.harvard.edu/2010/02/23210/L01/seg1/
index_FlashSingleHighBandwidth.html

O vídeo pertence à universidade Harvard , a qual possui todos os direitos autorais e responsabilidades pelo mesmo. Ele representa uma faceta da educação chamada educaçao à distância. As primeiras aulas sempre são exibidas online livre de custos para o público em geral.

O vídeo também apresenta aspectos didáticos e elementos de educação à distância e alguns são podcasts ou webcasts.

domingo, 21 de março de 2010

Manifesto Incidental

Idéias soltas: Psicologia a partir do evolucionismo

Movimento Pró gatas: Trata-se de um movimento a favor do mundo feminino onde elas são gentes ansiosas, temperamentais e amigas, e, é delas também a inspiração para grandes atividades tempestuosas, agradáveis e salvadoras, que por sua vez tem tudo a ver com a Glória (Kreinz) atenta às tentativas sucedâneas em não permitir que se fale bobagem no mundo movente da divulgação científica.

Aproveitei para lançar esse manifesto incidental a favor das feministas para indicar uma entrevista interessante da Professora e pesquisadora canadense Susan Pinker sobre o lançamento de seu mais recente livro “O Paradoxo Sexual”. Esse livro traz resultados de pesquisas onde ela e o seu irmão Steven Pinker (Instinto da linguagem), estudam o comportamento da mente humana a partir do contexto do evolucionismo.

Onde ler:

Folha de S.Paulo de 21 de março de 2010, Ciência A22, ou

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2103201001.htm

sábado, 20 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

22 de março - Dia Mundial da Água

Na próxima segunda-feira, dia 22 de março é o Dia Mundial da Água e não há pretexto melhor para falar desse bem de consumo precioso. Esse dia foi criado pela Organização das Nações Unidas em 1992 com o objetivo de conscientização e reflexão tanto por parte dos líderes de governo quanto da população. Foi divulgada a "Declaração Universal dos Direitos da Água", um documento que coloca a água como patrimônio do planeta Terra e estabelece dez artigos que visam proteger e garantir o uso correto desse bem. Quem pensa que não deve se preocupar já que a Terra é formada por dois terços de água, se engana. Estima-se que somente 2,5% da água é potável, ou seja, boa para o consumo; alguns cientistas falam em apenas 0,8% de água consumível em todo o planeta.
As reservas de água potável acumuladas durante milhões de anos estão sendo consumidas rapidamente e o principal fator é o desperdício. Outro problema é a poluição, que torna a água inutilizável. Represas, rios e lagos são fontes de água boa e estão sendo contaminados pela ação do homem. É fundamental que haja programas de educação por parte dos governos quanto ao uso consciente da água e respeito as regiões de mananciais, políticas adequadas para empresas, além da ação individual em economizar o recurso no seu dia-a-dia, não jogar lixo em rios e lagos e, sempre que possível, reutilizar a água.
Por isso quando você vir alguns atos que parecem inofensivos como alguém lavando a calçada ou escovando os dentes com a torneira aberta, fale, explique. Essa é uma causa de todos!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Rio Amazonas visto do espaço - Satélite da Nasa

VIDA - DISCOVERY CHANNEL E BBC - 22 horas - quintas feiras

Tíbio e Perônio - Tatatosauro - Quadro do programa Castelo Rá-tim-bum

VIDA

Estréia hoje no Discovery Channel Brasil às 22hs, a mais esperada série sobre biodiversidade, VIDA. O nome por si já é cativante e os 10 episódios prometem imagens absolutamente fascinantes.
A superprodução, parceria da BBC e Discovery Channel, foi totalmente captada em HD(alta definição)e além de um show de imagens e riqueza de detalhes, traz qualidade técnica surpreendente!
Para quem quiser mais informações basta acessar a página oficial da série:
http://www.discoverybrasil.com/vida/index.shtml

JOSÉ REIS , IVAN ILLICH E MEU PAI

JÁ QUE ESTAMOS FALANDO SOBRE AMORES,PAIXÕES E LIBERDADE...
quero falar de José Reis e Ivan Illich! Escrevo hoje, porque amanhã talvez eu não esteja aqui!rsss
Nossas paixões nos fazem ir além dos limites normais! Se assim não fosse José Reis e tantos outros homens e mulheres apaixonados pelo que fazem,não teriam feito tantas coisas excepcionais para a humanidade,ou para o mundo!
Como somos humanos, projetamos coisas e pessoas...Freud sabia bem! e como somos humanos somos subjetivos! Então,posso dizer que Reis e Illich ,pra mim, tem tudo a ver com meu falecido pai!!
Pois todos eles faziam as coisas movidos pelo amor as suas ideias, ao seu trabalho!
As pessoas poderiam começar a perceber que o centro de suas vidas é a paixão, o amor pelo que fazem!
Valorizar nossas paixões pelas pessoas e pelas coisas que fazemos,é entender a vida!
Tenho grande paixão e amor por Reis e Illich!! enfim, antes tarde do que nunca, reconheço mais estas grandes paixões!! e sei que são elas que me movem!
(os três homens citados aqui foram hiper fortes, batalhadores, nunca desistiram de seus caminhos!
embora fossem caminhos desafiadores, dificílimos,porque colocavam abaixo paradigmas arraigados
ao máximo nas mentalidades da maioria ,na época em que viveram!)

Nadia Stabile - 18/03/10

EXISTE LIBERDADE NA CIÊNCIA? (sobre ideologias e livros)

Prof.Osmir,como vai? depois de ler a postagem anterior de Antonio, não pude ficar parada. Então resolvi escrever aqui sobre a ideologia contida,ou as ideologias que movem as pesquisas científicas,e tudo neste mundo! Fico boba com a ideia de que tudo é movido a ideologias! Por mais que eu ande tentando tornar-me uma anarquista, não posso deixar de ver que as extremas direitas e as extremas esquerdas fazem os maiores estragos na humanidade!!então,quando eu puder ,lerei este livro que cito a seguir,e também tenho a maior vontade de ler "O CAPITAL" de KARL MARX, porque sei que aí entenderia bem melhor este mundo dominado pelo capitalismo!   abrações pra todos, Nadia Stabile

O poder da ideologia - István Mészáros

http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-056-0


(...)Em O poder da ideologia, o autor de Para além do capital transita do abstrato ao real, do global ao local, do passado ao presente com impressionante força e densidade, dissecando de forma crítica o pensamento de alguns dos ícones da academia na atualidade, como Jürgen Habermas, Max Weber e Theodor Adorno.

Avalia o movimento socialista, de suas origens à socialdemocratização dos partidos comunistas, situando a ideologia em seu próprio contexto histórico e sublinhando suas funções transformadoras. Mészáros também combate os mitos da neutralidade ideológica e da pureza científica, ao analisar o papel da ciência como legitimadora de interesses ideológicos, e expõem a importância de uma ideologia da emancipação para superar o capitalismo.(...)

Amores contingentes e existencialismo

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir...

...viveram à frente do seu tempo. Tiveram um relacionamento de mais de 50 anos, sem nunca terem se casado ou vivido juntos. Marcaram o pensamento moderno com suas obras e destacaram-se como ativistas políticos na segunda metade do século XX. Ele criou o existencialismo, ela o feminismo.

Adeptos de amores “contingentes”, para Sartre e Beauvoir “fidelidade” era sinônimo de compromisso com a verdade – base do amor “absoluto” que tinham um pelo outro. As mentiras, ou “meias-verdades”, como dizia Sartre, só cabiam nos amores contingentes, aqueles não essenciais, apenas circunstanciais. No amor absoluto, não havia lugar para segredo, nem privacidade, que, para o casal, eram atributos de uma “hipocrisia burguesa”.

Muitos foram os amores contingentes vividos por ambos. Sartre teve várias mulheres por longos anos, algumas delas sustentadas por ele até sua morte. Não só financeiramente as ajudava. Algumas eram atendidas regularmente em sessões de psicanálise realizadas por ele mesmo. Wanda, Dolores, Michelle, Lena e Arlette foram seus relacionamentos mais marcantes. Nenhum deles comparável, em intensidade e permanência, ao que teve com Simone, seu verdadeiro amor. Só com ela a cumplicidade era total. Era com Simone que Sartre tinha intermináveis e prazerosos tête-à-tête, em que falavam de literatura, filosofia, política, assuntos domésticos e, claro, de suas intimidades. Partilhavam confidências de suas relações amorosas, das mais consistentes às mais fugazes.

Sartre era um homem altamente racional, mas extremamente chauvinista na arte de seduzir. Esteticamente desfavorecido – era baixinho, vesgo e barrigudo – fazia de seu dom com as palavras arma infalível para arrebatar corações. Também usava e abusava do humor em suas conquistas amorosas. Algumas de suas mulheres enlouqueciam literalmente, ao sentirem-se não correspondidas na paixão que Sartre lhes provocava. Uma delas, Cristina, jornalista brasileira de 25 anos, que entrevistara Sartre em Recife em 1960, entregara sua virgindade a ele, então com 55 anos. Machista por natureza, Sartre era avesso ao homossexualismo. Já Simone, conforme revelaram suas cartas a Sartre – publicadas postumamente – teve várias experiências com mulheres. Mas foi marcada mesmo por seus romances com homens, entre eles, Laurent, Algren e Claude.

A filosofia existencialista, sistematizada por Sartre e difundida por ele mundo afora, marcou a vida do casal. O existencialismo sartreano procura explicar todos os aspectos da experiência humana. Para Sartre a “existência precede e governa a essência”. Uma doutrina que “não tratava de possibilidades ou intenções, mas sim de projetos concretos”. E isso era aplicável também ao amor. Dizia Sartre, “não existe amor a não ser o que se constrói”.

A idéia de liberdade era parte integrante da vida de Sartre e Beauvoir. Dizia ele, “o homem é condenado a ser livre”. Dizia ela, “toda tentativa de evitar nossa liberdade é má-fé”. Tinham uma preocupação comum que balizava suas vidas: como fazer o melhor uso possível da liberdade? Quando jovens, priorizaram a liberdade individual. Mais tarde, quando se tornaram personalidades públicas, Sartre e Beauvoir produziram uma literatura altamente engajada. Pacifista e comunista, Sartre foi um apologista do stalinismo. Manteve laços estreitos com a antiga União Soviética, inclusive um longo caso amoroso com uma russa, Lena Zonina. Esteve com Beauvoir em Cuba, logo após a revolução, em companhia de Fidel Castro e Che Guevara. Já sexagenários, participaram ativamente das manifestações estudantis de 1968 na França.

Marcados profundamente pela guerra e pela ocupação nazista da França, foram acusados de antipatriotas – pelo apoio manifestado à independência da Argélia, então colônia francesa – e submetidos a um exílio em seu próprio país. Desde jovens eram obcecados com a idéia de posteridade – o que Sartre chamava de “ilusão biográfica” –, com o valor que suas obras e relatos de vida teriam para a humanidade.

Visionários da importância do que tinham a dizer para o mundo, Sartre e Beauvoir produziram uma vasta bibliografia, que inclui romances, contos, ensaios filosóficos, dramaturgia, novelas e artigos para revistas e jornais. Trabalharam com obstinação e disciplina. A biógrafa de Sartre conta que ele chegou a passar cinco noites em claro – a base de remédios – para concluir um ensaio. Não gostava de cadeiras confortáveis, que pudessem “corromper” o usuário, tamanha era sua disposição para escrever. Morreu em 1980 aos 75 anos. Beauvoir, seis anos depois, aos 78. Não sem razão, a história reservou a eles um lugar à altura do que foram para sua época e do que representam suas obras para o pensamento moderno.

FONTE: Tête-à-tête, de Hazel Rowley (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006).

quarta-feira, 17 de março de 2010

POEMA ZEN



poema Zen moderno dita:


Para trilhar o caminho:
olhe para o mestre,
siga o mestre,
ande com o mestre,
olhe através do mestre,
torne-se o mestre.

ATMOSFERA LÍQUIDA




























ATMOSFERA LÍQUIDA

SURFAR NO AR...
ONDAS ATMOSFÉRICAS...
ENCONTRAR SAIS MINERIAIS DO DESERTO DO SAARA
NA FLORESTA AMAZÔNICA...
A ATMOSFERA...A FORÇA MAIOR DO PLANETA.
AS GELEIRAS ESTÃO INTIMAMENTE LIGADAS
A ATMOSFERA,
MOVEM-SE DIA A DIA,
GELEIRAS PRODUZEM SINFONIAS DE ESTALOS!
ESTALOS QUE A CADA DIA AUMENTAM...
QUERENDO NOS AVISAR,
DOS "HORRORES" QUE A ATMOSFERA AINDA FARÁ!

* dados obtidos num documentário do Discovery Channel

Nadia Stabile - 25/01/09

Se não cuidarmos do planeta...

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO SÉCULO 21-POESIA PIRACEMA DE MARCELO ROQUE EM VÍDEO POEMA; GLÓRIA KREINZ DIVULGA

terça-feira, 16 de março de 2010

A CIÊNCIA NO OCIDENTE E NO ORIENTE...A ANTROPOLOGIA SIMÉTRICA DE BRUNO LATOUR

UMA " TEMPESTADE " CHAMADA BRUNO LATOUR - A ANTROPOLOGIA DA CIÊNCIA
EM PERSPECTIVA   - por Sérgio Carrarra 


http://www.scielo.br/pdf/physis/v12n1/a12.pdf

Pierre Lévy no Roda Viva (08/01/01)



O filósofo francês participou do Roda Viva em 2001 e comentou as suas teorias sobre cibercultura e inteligência coletiva: "Alguém faz uma pergunta, os integrantes do grupo se questionam a respeito, procuram na internet, localizam a informação, outras pessoas localizam outras informações e, assim, há um intercâmbio entre os membros dessa comunidade virtual. E isso vai criando, progressivamente, uma memória, uma memória coletiva, mas é uma memória oriunda da interação das pessoas".
Categoria: Educação
Palavras-chave:
pierre levy, tvcultura , radarcultura, rodaviva, inteligência coletiva , cibercultura , memória , filosofia

A inteligência coletiva: por uma 

antropologia do ciberespaço

 Por Pierre Lévy
http://books.google.com.br/books?id=N9QHkFT_WC4C&dq=pierre+levy+inteligencia+coletiva&printsec=frontcover&source=bn&hl=pt-BR&ei=ZgyfS8zvJpCIuAei3cG-DQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4&ved=0CBUQ6AEwAw#v=onepage&q=&f=false

Corpo a Corpo



Documentário realizado em 1996, com fragmentos poéticos de Reinaldo Jardim, que retrata a delicada relação entre indíos Yanomami e garimpeiros, na floresta amazônica.Locução de Paulo Goulart


Palavras-chave:
ronaldoduque, indios yanomami , garimpo, amazonia , amazônica floresta, ecologia, documentário

domingo, 14 de março de 2010

Ética + Experts

PARA PENSAR..."CRIAÇÃO IMPERFEITA" ÚLTIMO TEXTO DO BLOG DO MARCELO GLEISER; GLÓRIA KREINZ DIVULGA

RETIREI ESTA PARTE DO TEXTO DO BLOG MICRO/MACRO DO FÍSICO E DIVULGADOR CIENTÍFICO MARCELO GLEISER, PARA A GENTE PENSAR...ELE DISCUTE QUE O UNIVERSO NÃO CABE APENAS EM VERDADES MATEMÁTICAS.O VÍDEO É PQ GOSTO DE ILUSTRAR E MARCELO ROQUE E GLEISER ANDAM JUNTOS MUITAS VEZES...BOA NOITE DIVULGADORES DE PLANTÃO...JUNTOS, POR UMA SOCIEDADE MELHOR...
http://marcelogleiser.blogspot.com/


"Os processos bioquímicos que definem os seres vivos não podem ser compreendidos a partir de leis simples, ou usando que moléculas são formadas de átomos. Essencialmente, em sistemas complexos, o todo não pode ser reduzido às suas partes.
Comportamentos imprevisíveis emergem das inúmeras interações entre os elementos do sistema. Por exemplo, a função de moléculas com muitos átomos, como as proteínas, depende de como elas se "dobram", isto é, de sua configuração espacial. O funcionamento do cérebro não pode ser deduzido a partir do funcionamento de 100 bilhões de neurônios.
Sistemas complexos precisam de leis diferentes, que descrevem comportamentos resultantes da cooperação de muitas partes. A noção de que a natureza é perfeita e pode ser decifrada pela aplicação sistemática do método reducionista precisa ser abolida. Muito mais de acordo com as descobertas da ciência moderna é que devemos adotar uma abordagem múltipla, e que junto ao reducionismo precisamos utilizar outros métodos para lidar com sistemas mais complexos. Claro, tudo ainda dentro dos parâmetros das ciências naturais, mas aceitando que a natureza é imperfeita e que a ordem que tanto procuramos é, na verdade, uma expressão da ordem que buscamos em nós mesmos."

sábado, 13 de março de 2010

FUNÇÃO COMUNICATIVA/INFORMATIVA DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - OSMIR NUNES

(FRAGMENTO DO TEXTO ROTEIRO DE AULAS :"FUNDAMENTOS DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA"  PROF.OSMIR NUNES)

A função comunicativa é o processo original onde se instaura a divulgação científica. É a gênese da divulgação científica. É onde acontece a divulgação científica. Portanto é a grande metáfora da apresentação do fato científico e tecnológico na sua teatralidade possível. Dentro desse espírito é a performance do fato científico para um público que é pego de surpresa para um assunto que pode ser de seu interesse ou não. É o estímulo, a sedução, de um ato/ linguagem como diz Glória Kreinz, envolvendo os indivíduos por todos os seus sentidos para um assunto específico que é a informação da produção de novos conhecimentos.

Originalmente todo tipo de conhecimento é descoberto, detectado, esquematizado enfim trabalhado por cientistas em especializadíssima publicação dirigida apenas aos seus pares, isto é, a outros especialistas daquele ínfimo universo daquela modalidade de conhecimento. Como tornar determinado assunto árido, destinado a poucos e privilegiados entendidos, em algo interessante com um processamento de informações correntes, em narrativas de fácil compreensão, em linguagem que satisfaça curiosiodades de públicos de diversos níveis de informação, idade, sexo e escolaridade?
De posse do senso do processo de comunicação é importante aliar o processo da informação, por esse caminho podemos observar a importância da função informativa da divulgação científica. O divulgador científico, portanto, não é um ventrílogo de cientista, muito menos um tradutor de linguagens complexas das ciências, mas acima de tudo um comunicador que vai procurar entender determinado fato ou fenômeno e transmitir aquele tipo de conhecimento para o seu público.
No dia a dia vamos encontrar a manifestação da divulgação científica na forma impressa nas publicações, que são apresentadas na forma tradicional, no suporte papel, em jornais, revistas, livros e na sua forma eletrônica, em sites, blogs, comunidades virtuais, etc.
A função comunicativa/informativa da divulgação científica também é apresentada em mídias complexas tais como Rádio, TV, Cinema, Internet, documentários, etc. Chamamos de complexas pelo fato de ser uma forma de comunicação que interagem texto, e outras técnicas para poder suportar a comunicação.

"OS DONOS DA PAISAGEM" (fragmento - Glória Kreinz: a noção de sujeito no discurso científico)

“Observe-se que os termos vulgarization (francês)
e divulgação (português) contêm ambos o vocábulo
vulgo – que significa o povo, a plebe.”
Maria José Coracini
(O Signo Desconstruído)

(...)
a) a noção de sujeito no discurso científico

O discurso de Pêcheux põe em discussão a noção de sujeito no discurso científico, e portanto no discurso da divulgação científica, tirando um exemplo do domínio da física. Cita o galvanômetro e sua função como amostragem da construção de um discurso que se propõe universal, onde a metonímia é usada como recurso de linguagem, enquanto relação da parte com o todo, da causa com o efeito, do sintoma com o que ele designa, etc.
Para explicar a função do galvanômetro, Pêcheux cita as seguintes construções, que se propõem como universais:

“A passagem de uma corrente elétrica determina a deflexão do galvanômetro”
ou
“Constatamos uma deflexão do galvanômetro, que indica a passagem de uma corrente elétrica...”

Este sujeito oculto nós, do último exemplo, pressupõe a aquiescência do leitor, sugerindo situações onde está subtendida a postura ideológica do “todo mundo sabe”.

E o autor explica: “o desenvolvimento que acabamos de efetuar pede uma observação com respeito ao domínio de exemplos utilizados”: trata-se de um exemplo extraído do domínio da ciência física, apelando, portanto, para o que chamamos processos conceptuais-científicos, não sustentados por um sujeito, que seria nomeado como o impossível, ou oculto sujeito da ciência.

Pêcheux diz: “Voltaremos mais adiante na relação entre processo sem sujeito e universalidade ideológica do sujeito; essa relação está diretamente ligada ao que foi mostrado, quando falamos de simulação de ciências pela ideologia.”

Como se observa, o autor tenta esmiuçar, em detalhes, diferentes formações discursivas e suas relações ideológicas, ou ocultamentos e simulações em face da ideologia.
Tem por crivo o que outro escritor contemporâneo, o italiano Umberto Eco, chama de filtragem ideológica, em entrevista publicada no caderno Mais!, do jornal Folha de S.Paulo, de 08 de agosto de 1999, mostrando a atualidade de Michel Pêcheux e suas incursões pela análise do discurso. (...)

TRECHO DO LIVRO :"OS DONOS DA PAISAGEM", editado no ano 2000, pelas edições NJR-ECA/USP, dirigida por Glória Kreinz e Crodowaldo Pavan, volume 3.
capítulo : "Teoria e Prática da Divulgação Científica" GLÓRIA KREINZ

JORNALISMO CIENTÍFICO E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, AMPLIANDO SEMPRE - Glória Kreinz

Glória Kreinz

Além de jornalismo científico e divulgação científica há o termo abrangente discurso científico que é necessário se tratar com o devido cuidado, pois desde os anos 70, com a sedimentação dos estudos de semiologia, sobretudo com Roland Barthes, o termo discurso passou a designar todas as atividades humanas entendidas como linguagem.

Michel Pêcheux, em seu livro Semântica e Discurso: uma Crítica a Afirmação do Obvio, publicado pela Editora Unicamp, em 1996, dedica um capítulo à discussão da noção de sujeito no discurso científico e fala em “simulação de ciências pela ideologia”. Como se observa o assunto pode ser discutido sob várias óticas, mas para facilitar o avanço epistemológico considera-se que o discurso científico, não é um discurso neutro, porém impregnado da visão de mundo de quem o produz, e geralmente se adapta ao público visado.

O jornalismo científico no Brasil, por exemplo, tem se desenvolvido tanto pelos jornais como pelos documentários de televisão e muito mais pelo rádio, como já previa José Reis.

No livro Os Donos da Paisagem, volume III da Coleção Divulgação Científica, no artigo escrito por José Reis e Nair Lemos Gonçalves, há uma trajetória do desenvolvimento do ato de divulgar ciência no Brasil. José Reis cita diversos autores entre eles João Ribeiro, Roquete Pinto, Ângelo Machado, Cândido de Melo Carvalho, Eurico Santos, Miranda Ribeiro, todos intelectuais atuando, como ele, junto à comunidade, tentando explicar para este vasto país os avanços científicos, não somente na área das ciências exatas, mas também no setor das ciências humanas.

Depois, usando ainda as Feiras de Ciência, encontros, conferências, vídeos se ampliou cada vez mais este campo de atuação. Graças aos esforços da divulgação científica no Brasil, representada por divulgadores científicos que atuam em suas comunidades, podemos falar em melhoria da qualidade de vida, o que quer dizer que o desenvolvimento foi satisfatório, mas diante das questões propostas anteriormente temos que indagar até onde foi satisfatório, e para quem foi satisfatório? Cabe a nós, incorporando os blogs e todas as formas da informática do século 21 continuarmos esta ampliação, sem esquecer que divulgação científica começa em nosso cotidiano e chega aos grandes laboratórios.

http://pavanbrasil.blogspot.com/
http://stoa.usp.br/gkdivulga/weblog/
http://www.blogdonjr.wordpress.com/
http://www.eca.usp.br/nucleos/njr

FONTE : http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/abradic/ 

Líquido - Do Rizoma ao Devir



Curta-metragem de animação sobre a condição do homem a partir do pensamento pós-estruturalista francês.
Categoria: Filmes e desenhos
Palavras-chave:
rizoma experimental film animation animação

PROF.OSMIR NUNES ESCREVE

Gostei da sugestão de um blog coletivo para exercermos nossas atividades de divulgação científica.

A minha idéia era exatamente esse tipo de interação, pois só assim é possível elaborarmos um trabalho em conjunto com um grande número de pessoas conectadas. Particularmente considero grupos de discussão algo que trai o conceito de divulgação científica. É um espaço de narrativa fechada que não busca a comunicação ampla.


Com o Blog coletivo é possível realizarmos aquilo que alguns teóricos chamam de "constructo", algo que podemos realizar de forma participativa onde todos atuam democraticamente construindo algo em comum. Trata-se de uma narrativa comunicacional exemplar que só é possível no universo virtual.


Originalmente esse era o conceito do hipertexto de domínio público. A partir de uma idéia básica ou original dá-se oportunidade para diversas interpretações, portanto elabora-se um texto que é enriquecido de comunicação. A compreensão desse tipo de narrativa tem chance de corresponder à linguagem corrente de um grupo heterogêneo, o que vem a ser a proposta da linguagem da divulgação científica. Não há melhor e nem pior todos tem direito. É um jogo de inteligência.


Com o blog também se pode compartilhar a discussão com a vantagem de ela ser aberta, ali na área de comentários que acaba sendo um espaço rico em opiniões diversificadas. É possível acolher todo tipo de crítica e as suas respectivas respostas, contrapropostas, réplicas, treplicas...


Estou repassando este e-mail à Adele. Em aula eu tinha pedido que ela me ajudasse a resolver uma questão, por sinal muito interessante, gerada pelo retorno das respostas a um pequeno trabalho que eu tinha sugerido na sala de aula. Os alunos que deram retorno a essa tarefa fizeram com muita propriedade e resultou em uma diversidade esplendida de locais onde cada um deles se inteirava de informações com padrão de divulgação científica. Esse material foi repassado para os alunos que estavam presentes na minha última aula.

Caso você tenha os endereços dos alunos por favor encaminhe o convite a todos.


Muito obrigado!


Saudações,


Osmir - 13/03/10

UMA HONRA MUITO GRANDE


SINTO-ME MUITO FELIZ EM ESTAR COM VOCÊS NESTE BLOG COLETIVO, DIVULGANDO CIÊNCIA E TECNOLOGIA...NADIA STABILE, SEU TRABALHO É MUITO BOM SEMPRE...SEI QUE FAREMOS O MELHOR...EM NOME DE PAVAN, MEU, DE JOSÉ REIS E EQUIPE NJR, ESTAREMOS JUNTOS...E COMO DIGO SEMPRE, EM NOME DA ROSA...
CONHEÇA
http://www.youtube.com/user/nucleojreis